Realidade AumentadaJá faz tempo que os filmes de ficção têm se tornado realidade no mundo moderno. É a tecnologia evoluindo cada vez mais rápido e trazendo inovações impossíveis de se acreditar há apenas algumas décadas.

Sem o aspecto fantasioso das histórias cinematográficas, a tecnologia está aliada as pessoas e ao poder do armazenamento de dados, para tornar o dia a dia muito mais dinâmico e inteligente. A realidade virtual e aumentada, além dos robôs, não são mais só uma tendência e sim um fato cada vez mais acessível.

A Realidade Aumentada

Um dos maiores sucessos de games dos últimos anos, o Pokemon Go é um exemplo de como a realidade aumentada já faz parte da vida de todos. Seu antepassado eram os tamagochis, que já ensaiavam um tipo de realidade aumentada no início da década de 90. Por esse diferencial, o game deu a Nintendo, de forma direta e indireta, um lucro de mais de R$ 23 bilhões na Bolsa de Valores. Com tanto sucesso, as indústrias e o varejo estão em busca de outras novidades para lucrar, inclusive indo além dos produtos de entretenimento.

A realidade aumentada permite uma interação entre o mundo real e o virtual, através de técnicas com a inserção de objetos virtuais em ambientes físicos. Distante das propostas de filmes como a série Matrix, a realidade aumentada vem tornando os objetos mais interativos e sensíveis as ações humanas.

Como não está restrita a apenas uma forma de realização, a realidade aumentada não tem limites de aplicações. Como as impressoras que “constroem” produtos a partir da imagem projetada no computador. Também tem sido muito importante para a medicina com cirurgias remotas, indústria automobilística e muitas outras áreas onde há possibilidade de se realizar uma tarefa física, mesmo à distancia.

Criadas a partir das etiquetas de código de barra, que evoluíram para os códigos 2D, a realidade aumentada é feita a partir da combinação de um código de duas dimensões com um programa de computador. Na verdade, ela precisa de um objeto real que sirva como referência, uma câmera ou dispositivo para transmitir a imagem para o objeto e o software capaz de interpretar o sinal.

Robôs inseridos até nas redes sociais

Os robôs falantes e que parecem ter almas ainda não estão em nosso cotidiano, mas outros, tão inteligentes e úteis, já fazem parte de tarefas até rotineiras com ligar para o SAC das empresas e ser atendido por um deles. Os atuais pré-atendentes têm senso de humor, são capazes de vender um produto convencendo o ouvinte e ainda conseguem argumentar.

Chamados de “bots”, o robô que só existe no mundo virtual é uma aplicação de software que simula ações humanas repetidas vezes, de forma padronizada. A sua tecnologia permite aprender coisas novas, interagir com pessoas sem que seja controlada por alguém específico.

Jogadores de games e usuários mais técnicos de computador já conhecem os bots, o que não se trata de uma novidade. O diferencial é a forma de interação e a multiplicidade de tarefas que eles estão conquistando no mercado.

Embora o uso dos bots agilize funções com movimentos repetitivos, eles também representam uma ameaça aos profissionais, que em algumas profissões estão ameaçados de serem substituídos por eles.

Algumas redes de restaurantes, como a Taco Bell, já possuem bots para anotar pedidos e receber o pagamento. Muitos já estão sendo instalados em redes sociais como Facebook e Twitter, para realizar pedidos online e interagir com os clientes sobre promoções.

O atendente virtual já faz transações financeiras, pede taxi, realiza compras online entre outras ações, apenas pelo smartphone. São reconhecidamente muito mais dinâmicos e cada vez mais seguros e abrangentes, prontos para tornar a vida do consumir muito mais eficiente.